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20 de Dezembro de 2019

TJ/AP - Alegria e confraternização marcam encerramento anual do programa “Eu Existo – Registro Legal para o preso” na ala feminina do IAPEN

Fonte: TJ/AP

A manhã começou alegre e animada na ala feminina do Instituto de Administração Penitenciária do Amapá (IAPEN – AP) nesta quinta-feira (19/12). Muita música, dança e confraternização marcaram o encerramento do programa “Eu Existo – Registro Legal para o preso” deste ano. Mais de 62 internas foram contempladas com a doação de kits de higiene, camiseta e calça jeans, e tiveram ainda momento de maquiagem e almoço completo.

Segundo a supervisora da Casa de Justiça e Cidadania, Linda Miranda, “hoje foi um momento de confraternizar, porque muitas dessas internas não recebem visitas, não têm família, e com atividades como estas conseguimos acolher e propiciar a elas momentos de alegria”. A servidora destacou ainda que “é uma satisfação poder colaborar com a reestruturação da vida das internas”.

Para a diretora da Penitenciária Feminina, Elisângela Gomes, a assistência que o Judiciário presta para as mulheres é essencial. “Elas esperam o ano inteiro pela confraternização”, comentou. “Tem um diferencial, a Justiça faz um trabalho excelente em olhar para elas como seres humanos que são. Nesse momento elas se sentem valorizadas, com melhor autoestima.

O CEJUSC Famap, que auxilia o projeto com assistência jurídica, esteve presente e realizou a doação de calça jeans para as detentas. Segundo a coordenadora do Núcleo de Práticas Jurídicas da Faculdade Estácio Amapá (FAMAP), professora Ester Almeida, “o ano foi extremamente positivo para as ações. Tivemos a oportunidade de participar prestando atendimento e ajudando, é muito gratificante fechar o ano festejando com alegria e animação”.

A atividade contou também com o “Coral Delas”, iniciativa da supervisora do Cejusc Zona Oeste, Lígia Mônica, e do maestro Roselito Pereira. “Viemos aqui em um evento e percebemos que algumas delas gostam de cantar”, informou Lígia Mônica, complementando que “as detentas se sentem privilegiadas com a música, que tem o poder de curar e é uma grande ferramenta de inclusão”.


Fonte: TJ/AP

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